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sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Eu entendo como é se sentir a menor e a mais insignificante das criaturas do mundo... Isso faz você sentir dores em lugares que você nem sabia que existiam no corpo. E não importa quantos penteados você fizer ou, as academias em que entrar ou, quantas taças você tomar com as amigas, você ainda vai pra cama toda noite pensando em cada detalhe, imaginando o que fez de errado ou como, como pode ter interpretado mau... E, como foi que, por um breve momento você achou que podia ser tão feliz... As vezes você consegue até se convercer de que ele, num passe de mágica virá a sua porta... E, depois de tudo isso, demore o tempo que tem que demorar, você vai para um lugar novo, vai conhecer pessoas novas que fazem você se valorizar e, pedacinhos da sua alma vão finalmente voltar, e, aquela época turva, aqueles anos ou a vida que você disperdiçou, tudo isso começa a se dissipar!

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